Um hiato imprecedente - e a importância da privacidade.

Olá novamente, caros leitores. Podem ter notado um grande rombo em minha produção de conteúdo neste blog - pois é. Mas não foi falta de compromisso não, meus caros - foi dor de dente. Escrever um texto detalhado sobre a perda de usuários no Facebook é um pouco difícil quando se sofre de constantes dores excruciantes. De qualquer forma, o texto prometido na postagem anterior será lançado quando esse problema seja resolvido - com pesquisas detalhadas da Reuters, também!

Enquanto isso, vamos falar brevemente sobre a privacidade que temos no mundo atual - ou a falta dela, para ser honesto. Pergunto a ti, leitor. Você já teve interesse em algo - uma série ou viagem - sem ter mencionado tal interesse para o Facebook, mas, um belo dia, nas abas de recomendação você vé algo que oferece precisamente o que você queria?

Pois é - a aglomeração de dados é uma área um tanto quanto lucrativa - mas polémica. Quem faz isso é, na verdade, o Google, em conjunto com outros serviços subsidiários. Você procurou sobre viagens no Peru? Sobre o novo Box Set da mais nova série popular? O Google guarda isso.

E sim, com certeza, isso pode ser um serviço conveniente - mas a qual custo? Uma reportagem publicada no site NZ Herald (http://www.nzherald.co.nz/business/news/article.cfm?c_id=3&objectid=12027367) aponta um claro problema que surge com o acesso livre de sua informação. Em aparelhos com teclados virtuais, por exemplo, quaisquer coisa que você digite nos mesmos pode ficar "amarzenada" no banco de informação do Google, até mesmo senhas.

Pode parecer um post de conspiração, caro leitor, mas não é. Estamos nos movendo para uma era de informação com poucos limites - conceitos como a anonimidade, mencionados o post anterior, não são geralmente lucrativos para serviços comerciais, e, por isso, observamos um movimento para reduzir o mesmo - se dando o seu nome, telefone e endereço para o Google, por exemplo.

Não é uma questão que nos movemos para um futuro distópico, caro leitor, mas com certeza nos movemos para um futuro diferente, que nem todos estão interessados em partilhar. Pergunto a vocês, então, qual é a sua opinião sobre a privacidade? Quanto precisamos dela, no online? A anonimidade é boa? E, por acaso, esses serviços de recomendação funcionam para ti?

Sei que para mim, não. Santo Cristo, Google. Só porque eu pesquisei sobre abelhas, não significa que estou interessado em comprar uma colméia.

Comentários

  1. Respostas
    1. Cara Paula!
      Mil perdões pelos seus posts não aparecerem até agora! Por alguma razão, eles estavam indo para a caixa de spam, enquanto outros iam para a minha inbox. E sim, já estou bem melhor. Não estou morrendo. Ainda.

      Agradeço pelos comentários!

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  2. Mark Zuckerberg censurou meu comentário

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