Tecnologia : Ela muda a sociedade, ou nós mesmos?
Olá, querido leitor. Uma rápida nota para fazer com que nós pensemos, ao menos um pouco. Ou rir. Ou simplesmente ignorar. Francamente, tudo o que eu estou fazendo aqui é passar uma pequena parte de informação, faça o que quiser com ela.
Em entrevista para a Vox, o historiador de ciência Michael Bess divagou um pouco sobre o efeito de novos sistemas tecnológicos na sociedade. Ele afirma que os novos meios como os smartphone e tablets já representam uma revolução comparável à TV, ou rádio. Porém, a preocupação dele está com o que pode estar além disso. Especificamente, a biotecnologia.
Não, leitor, se acalme. Não estamos falando de ficção científica aqui - ao menos, não ainda. Segundo Bess, a ciência já têm avançado significantemente com manipulação genética e implantes - ou seja, a reorganização de matéria viva por meio de tecnologias. Bess afirma que mudanças em estruturas que não são sintéticas é um passo um tanto quanto grande para a sociedade, e ele expressa dúvidas sobre o que isso significaria para a sociedade, já que a mesma está mudando um tanto quanto rapidamente sem isso.
Porém, essas divagações ainda são vagas. Embora biotecnologia esteja avançando rapidamente, ainda é inteiramente difícil imaginar com qual forma isso iria tomar - então, por enquanto, vamos deixar essa nota com uma pequena questão.
Se o ser humano acabar sendo capaz de definir a estrutura de seus descendentes, física e talvez até mesmo mental - possuindo talvez até a capacidade de alterar algumas partes de seu próprio ser, o que realmente iria mudar em nossa sociedade? Quais conceitos acabariam por serem esquecidos, e quais movimentos iriam surgir disso?
Mas não iremos pensar demais. São teorias e possibilidades, e o futuro muda muito rapidamente, afinal.
Como, por exemplo, postagens aparecendo nesse blog apos duas semanas de inatividade.
Em entrevista para a Vox, o historiador de ciência Michael Bess divagou um pouco sobre o efeito de novos sistemas tecnológicos na sociedade. Ele afirma que os novos meios como os smartphone e tablets já representam uma revolução comparável à TV, ou rádio. Porém, a preocupação dele está com o que pode estar além disso. Especificamente, a biotecnologia.
Não, leitor, se acalme. Não estamos falando de ficção científica aqui - ao menos, não ainda. Segundo Bess, a ciência já têm avançado significantemente com manipulação genética e implantes - ou seja, a reorganização de matéria viva por meio de tecnologias. Bess afirma que mudanças em estruturas que não são sintéticas é um passo um tanto quanto grande para a sociedade, e ele expressa dúvidas sobre o que isso significaria para a sociedade, já que a mesma está mudando um tanto quanto rapidamente sem isso.
Porém, essas divagações ainda são vagas. Embora biotecnologia esteja avançando rapidamente, ainda é inteiramente difícil imaginar com qual forma isso iria tomar - então, por enquanto, vamos deixar essa nota com uma pequena questão.
Se o ser humano acabar sendo capaz de definir a estrutura de seus descendentes, física e talvez até mesmo mental - possuindo talvez até a capacidade de alterar algumas partes de seu próprio ser, o que realmente iria mudar em nossa sociedade? Quais conceitos acabariam por serem esquecidos, e quais movimentos iriam surgir disso?
Mas não iremos pensar demais. São teorias e possibilidades, e o futuro muda muito rapidamente, afinal.
Como, por exemplo, postagens aparecendo nesse blog apos duas semanas de inatividade.
Show de bola!
ResponderExcluirPois é, também li uma vez que estávamos mais próximos da manipulação genética que da singularidade. Seria surpreendente se, depois de tanta expectativa por inteligências artificiais mais desenvolvidas, essa fosse a revolução do nosso tempo
ResponderExcluirEsse é um ponto um tanto quanto interessante, mas faz sentido - afinal, é muito mais fácil alterar uma estrutura que já está preparada, ao invés de criar algo inteiramente novo. O cérebro é extremamente complicado.
ExcluirDemais, além do mais, muita gente argumenta que estamos criando AIs "falsas", que pensam como pcs ao invés de um intelecto mais orgânico, como os computadores que humilham todo mundo no xadrez
ExcluirNos vemos muito avançados, mas ainda estamos um pouco atrasados. Houve aquele hoax (não sei se foi hoax ou se deu errado) do primeiro transplante de cabeça, que ia rolar no final do ano passado. Pareceu um avanço absurdo, mas não rolou.
ResponderExcluirNossa tecnologia só serve pra memes, por enquanto hahaha
Aquela coisa foi ridícula. Não modelaram aquela cara naquele doutor de MGSV?
ExcluirCacete.
legal!!!
ResponderExcluircara esse tema é muito legal de debater, abre os olhos p outras perspectivas
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